Muares e Cervídeos

Muares e Cervídeos

Mula, em seu significado moderno comum, é o indivíduo híbrido resultante do cruzamento de um jumento, Equus asinus, com uma égua, Equus caballus.

Por agrupar características positivas das duas raças, é um animal adaptado ao transporte de cargas, tendo sido muito utilizado até o começo do século XX, principalmente em locais de topografia acidentada.

Devido ao fato de cavalos possuírem 64 cromossomas, enquanto o jumento possui 62, resultando em 63 cromossomas, as mulas são, quase sempre, estéreis. São raros os casos em que uma mula deu à luz; com efeito, desde 1527, data em que os casos começaram a ser arquivados, apenas 60 casos foram registrados.

Mule.jpg

A rena (palavra de origem lapônia ou finlandesa, pelo francês renne) ou caribu (na América do Norte) é um cervídeo de grande porte, com chifres, que vive em manadas e habita latitudes altas. São característicos das regiões árticas do norte do Canadá, Alasca, Rússia, Escandinávia e Islândia. A origem da palavra "caribu" pode ser uma palavra em micmac, que significa "pata". O caribu é único entre os veados, pois machos e fêmeas possuem chifres.

Em 1952 a espécie foi reintroduzida com sucesso na Escócia, onde se extinguira no século X. Há oito subespécies de rena reconhecidas, que correspondem às populações de diferentes áreas.

Índice

[esconder]

[editar] Descrição morfológica e habitual das renas

A rena apresenta dimorfismo sexual, sendo os machos de até 300 kg bastante maiores que as fêmeas. Ambos os sexos têm galhadas, que são mais elaboradas nos machos. As principais fontes de alimentação das renas são bambus, folhas de sempre-vivas, ervas rasteiras e principalmente líquenes. Este animais podem, no entanto, comer também pequenos pássaros e ovos. A rena tem dentes frontais apenas no maxilar inferior.

Sazonalmente, migra grandes distâncias para parir as crias. Também pode nadar. Possui pernas compridas, com cascos afiados e patas peludas que garantem a tração sobre terrenos congelados. Geralmente, a rena é silenciosa, mas seus tendões produzem ruídos secos e agudos que podem ser ouvidos a grandes distâncias quando viaja em grandes grupos.

[editar] Predação e outras ameaças

Uma rena da espécie Rangifer tarandus passeando em Lappland, na Suécia

A rena é predada por lobos, seres humanos e, surpreendentemente, por águias-douradas (ou águias-reais); os corvos por vezes causam cegueira em renas recém-nascidas, perfurando-lhes e comendo os seus olhos, causando a sua morte prematura. Vários tipos de mosquitos e moscas, como a mosca preta parasítica Hypoderma bovis, podem molestá-las o suficiente para afetar a sua saúde e causar doenças.

A rena é bastante importante na economia das populações nativas do Ártico como os povos inuit e os habitantes da Lapónia. Estes povos domesticaram a rena como fonte de alimento e de peles e animal de tração. Para além das manadas domésticas, as renas são também caçadas nalguns locais pelos mesmos motivos.

[editar] Renas naturalizadas no Hemisfério Sul

Se o habitat destes animais tem sofrido grandes reduções nos últimos séculos, sobretudo devido a explosão do número de habitantes humanos por todo o Hemisfério Norte, houve um minúsculo mas curioso aumento territorial em seu favor.

Ocorreu que algumas renas naturais da Noruega foram introduzidas na ilha de Geórgia do Sul, no Atlântico Sul, por volta do início do século vinte, quando pescadores noruegueses ali haviam conduzido suas operações baleeiras.

Atualmente existem dois grupos distintos destes animais naturalizados nesta ilha, porém estes dois rebanhos estão permanentemente separados por montanhas. Seu número total não passa de umas duas ou três mil cabeças. (A bandeira e o brasão das Ilhas Geórgia do Sul e Sandwich do Sul, que juntas formam um dos territórios oficiais do Reino Unido, possuem uma imagem de um destes veados rangíferos bem em seu topo).

Igualmente, a espécie R. tarandus também foi introduzida, em 1950, em algumas ilhas do arquipélago de Ilhas Kerguelen, um minúsculo território ultramarino da França, localizado bem afastado em meio ao Atlântico Sul, entre o sul da África, a Austrália e a Antártida. Após algum tempo, todos os animais existentes no arquipélago migraram para a sua ilha principal, que é bem maior do que todas as outras.

A presença do R. tarandus é considerada problemática pois é uma das piores pragas introduzidas por causa de sua agressiva interferência na ecologia natural da ilha. A ilha é constantemente batida por ventos fortes e gélidos e possui uma fauna e uma flora bastante especializada e vulnerável; há um número baixíssimo de habitantes humanos que permanecem na ilha. Neste contexto, as renas da ilha são caçadas pelos habitante locais.

Ambas estas populações do Hemisfério Sul (da Geórgia do Sul e de Ilhas Kerguelen) vêm sendo objeto de observações e de pesquisas científicas já desde antes da virada do milênio.

[editar] As renas no folclore

Na cultura popular, o trenó do Pai Natal, ou Papai Noel, é puxado por renas (presumidamente voadoras). Seria necessário que o treno se movesse varias vezes mais rápido que a luz para efetuar tal jornada.

Rentier fws 1.jpg

Gado Taurino

“Os marcadores moleculares são capazes de identificar o verdadeiro mérito genético dos bovinos leiteiros para uma série de características produtivas e funcionais. Trata-se de uma ótima ferramenta de seleção e manejo, capaz de antecipar e auxiliar os produtores e técnicos na difícil tomada de decisão para intensificar o complexo e multidisciplinar processo de melhoramento genético dos rebanhos leiteiros.”






“Os marcadores genéticos nos proporcionam um refinamento na seleção interna das melhores fêmeas e uma orientação para o acasalamento direcionado a sólidos, vida produtiva, produção, sanidade e outros parâmetros produtivos. É um trabalho direcionado às linhas maternas, complementar ao uso de touros provados. Considero a técnica um serviço adicional importante para o cliente de nossos produtos: embriões HPB de vacas próprias TOP 5% do plantel, selecionadas em nosso ambiente e acasaladas com os melhores touros disponíveis no mercado mundial, além de maior valor agregado ao próprio leite produzido e derivados.”
  • Produção de Leite (lb) ;
  • Produção de Gordura (lb) ;
  • Percentual de Gordura no Leite (%);
  • Produção de Proteína (lb) ;
  • Percentual de Proteína no Leite (%);
  • Vida Produtiva (meses);
  • Fertilidade (% de prenhez);
  • Proteínas do Queijo (kappa e beta-caseínas e beta-lactoglobulina);
  • Doenças genéticas como CVM, BLAD e DUMPS;
  • Contagem de células somáticas;
  • Dairy Form.

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Estimativas IGENITY
Escores IGENITYProdução de Leite (lb)Gordura (lb)Gordura (%)Proteína (lb)Proteína (%)Dairy FormVida Produtiva (mês)Fertilidade (taxa de prenhez %)Contagem de células somáticas
10 3521,4 133,1 0,59 77,4 0,23 -3,67 10,2 5,15 0,45
9 3087,8 116,8 0,52 67,7 0,20 -3,23 8,9 4,52 0,39
8 2708,8 103,1 0,46 59,4 0,18 -2,82 7,8 3,97 0,34
7 2333,6 88,8 0,39 51,1 0,15 -2,42 6,8 3,42 0,29
6 1950,9 73,8 0,32 42,8 0,13 -2,02 5,7 2,86 0,24
5 1570,1 59,4 0,26 34,6 0,10 -1,64 4,5 2,29 0,20
4 1187,7 44,3 0,19 26,3 0,08 -1,24 3,4 1,73 0,15
3 812,6 30,1 0,13 18 0,05 -0,84 2,4 1,18 0,11
2 433,5 16,3 0,07 9,7 0,03 -0,44 1,2 0,63 0,06
1 0 0 0 0 0 0 0 0 0

As estimativas acima são diferenças calculadas a partir dos escores IGENITY 1 em gado taurino.

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Produção de Leite (lb)
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Produção de Gordura (lb)
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Percentual de Gordura no Leite (%)
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Produção de Proteína (lb)
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Percentual de Proteína no Leite (%)
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Vida Produtiva (mês)
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Fertilidade (% de prenhez)
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Contagem de células somáticas
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Dairy Form
O Perfil IGENITY para Gado de leite identifica o potencial produtivo de cada animal por meio de escores de fácil compreensão

IGENITY avalia cada característica através de escores que vão de 1 a 10. Um animal de alto potencial para uma característica, nem sempre se mostra tão bom para outras. No exemplo abaixo, vemos o perfil genético de um animal com excelentes potenciais para vida produtiva, rendimento leiteiro e produção de proteína, porém baixo potencial para gordura e fertilidade. Se o produtor estiver priorizando gordura e desejar aumentos na fertilidade de seu rebanho, esse pode não ser um animal ideal. A decisão de mantê-lo ou não no rebanho vai depender de seus objetivos de seleção e diretrizes econômicas.



Cada incremento no escore médio do rebanho permite que o produtor atinja seus objetivos mais rapidamente

Identificar o perfil genético dos animais é apenas o começo do trabalho. Os resultados que o produtor irá conseguir com IGENITY serão maiores na medida em que ele gerenciar seu rebanho com base no conhecimento que passa a ter dele, visando melhorias contínuas.

Aumentos nos escores médios do rebanho permitem que os objetivos econômicos e de produção sejam atingidos mais rapidamente. Projetando-se isso para a vida útil de todo o rebanho, é possível se ter uma idéia dos resultados que um bom trabalho, respaldado e direcionado por IGENITY, poderá proporcionar.